“Acreditamos em Ti – A Palavra de Uma Mãe Face à Justiça” estreia a 3 de Junho nos cinemas

por Conteúdo Patrocinado,    31 Maio, 2026
“Acreditamos em Ti – A Palavra de Uma Mãe Face à Justiça” estreia a 3 de Junho nos cinemas
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Um dos filmes europeus mais premiados do ano chega finalmente a Portugal.

Vencedor do Golden Giraldillo para Melhor Filme no Festival Europeu de Cinema de Sevilha, Melhor Filme nos Prémios René do Cinema Belga e Menção Especial na Berlinale 2025, Acreditamos em Ti estreia em Portugal a 3 de junho de 2026.

Realizado por Charlotte Devillers e Arnaud Dufeys e produzido pela Makintosh Films (Bélgica), o filme foi uma das revelações mais marcantes do circuito internacional de festivais, acumulando mais de uma dezena de prémios em festivais como Namur, Cork, Leeds, Reims e Uruguai, e elogios unânimes da crítica especializada.

“Acreditamos em Ti”

Sinopse:

Hoje, Alice comparece perante um juiz e não há margem para erro. Tem de se fazer ouvir em defesa dos seus filhos, cuja custódia está a ser posta em causa. Conseguirá protegê-los do pai antes que seja tarde demais?

“Acreditamos em Ti”

Um filme urgente e necessário

Num único dia, numa única sala de audiências, Acreditamos em Ti constrói um retrato devastador de uma mãe que luta para proteger os seus filhos num sistema que, em vez de a ouvir, coloca a sua palavra em causa. 

O filme assenta numa cena central de 55 minutos rodada em tempo real — uma audiência judicial filmada de uma vez, com três câmaras, com atores profissionais, atores não-profissionais e advogados reais que nunca tinham estado em frente a uma câmara — criando uma tensão raramente vista no cinema contemporâneo.

A realizadora Charlotte Devillers é enfermeira de profissão e trabalha diariamente com vítimas de abuso. Essa experiência está na base de um filme construído sobre testemunhos reais, que não procura o espetáculo mas a verdade — e é precisamente por isso que incomoda tanto.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, o incesto afeta 24% das raparigas e 11% dos rapazes. Apenas 10% das vítimas apresentam queixa. Desse grupo, somente 2% consegue alguma vez obter justiça.

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