Carolina Pereira junta-se ao combate à desigualdade de género na Women in Global Health

por Comunidade Cultura e Arte,    1 Junho, 2021
Carolina Pereira junta-se ao combate à desigualdade de género na Women in Global Health
Carolina Pereira / Fotografia de Estúdio Manifesto
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Logo após a Assembleia Mundial da Saúde na semana passada, Carolina Pereira anuncia agora que se irá juntar à Women in Global Health, para combater a desigualdade de género na saúde global.

A ativista e empreendedora social portuguesa anunciou nas redes sociais que se junta agora à Women in Global Health, enquanto Chapter Communications & Advocacy Manager, para “ser a ponte entre as políticas definidas globalmente (colaborando com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ONU Mulheres, e vários governos) e a mobilização para o movimento local em mais de 25 países (desde Chile, a região da África Oriental e África Ocidental em desenvolvimento, Paquistão, Somália, China, Índia, Malawi, Nigéria, Zâmbia, Irlanda, entre outros)”.

As mulheres são mais de 70% da força de trabalho da saúde global, mas apenas 25% estão em cargos de liderança.

Em Novembro de 2017, a Organização Mundial de Saúde (OMS), no âmbito da Rede Mundial de Profissionais de Saúde, estabeleceu o Centro de Igualdade de Género (GEH, de acordo com a sigla em inglês). O GEH é co-presidido pela OMS e pela Women in Global Health (Mulheres na Saúde Global), e reúne várias partes interessadas em melhorar a orientação e a capacidade de implementar políticas transformadoras de igualdade de género, para ultrapassar os preconceitos e as desigualdades na classe profissional do sector da saúde. 

Em 2019, o GEH publicou “Prestada por mulheres, liderada por homens: uma análise de género e igualdade na saúde global e na classe profissional dos prestadores de cuidados de saúde”, um relatório baseado na revisão de mais de 170 estudos sobre género e igualdade na classe profissional da saúde a nível mundial. Os resultados evidenciaram questões de igualdade e género em quatro áreas distintas: a igualdade de género em posições de liderança, a segregação ocupacional, o trabalho decente sem preconceito, discriminação e assédio, incluindo assédio sexual, e a disparidade salarial entre os géneros.

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