“Crocodile Club”, criação escrita e dirigida por Mickaël de Oliveira, estreia a 28 de Junho no TAGV em Coimbra
A 28 de Junho, pelas 21h30, no TAGV em Coimbra.
Inspirado na tradição do teatro fantasmagórico e do cinema de terror, “Crocodile Club” aborda temas como a cultura de massas, o conservadorismo moral, o papel da comunicação social e o racismo enquanto arma política. A peça conta com a interpretação de 𝐀𝐟𝐨𝐧𝐬𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐁𝐚́𝐫𝐛𝐚𝐫𝐚 𝐁𝐫𝐚𝐧𝐜𝐨, 𝐁𝐞𝐚𝐭𝐫𝐢𝐳 𝐖𝐞𝐥𝐥𝐞𝐧𝐤𝐚𝐦𝐩 𝐂𝐚𝐫𝐫𝐞𝐭𝐚𝐬, 𝐅𝐚́𝐛𝐢𝐨 𝐂𝐨𝐞𝐥𝐡𝐨, 𝐆𝐚𝐛𝐫𝐢𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐳, 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐀𝐫𝐚𝐮́𝐣𝐨, 𝐈𝐧𝐞̂𝐬 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐞𝐥-𝐁𝐫𝐚𝐧𝐜𝐨 e a participação especial de 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐞𝐝𝐚, 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐅𝐞𝐫𝐫𝐞𝐢𝐫𝐚 e 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐓𝐚𝐫𝐫𝐚𝐟𝐚.
O que é que os códigos do cinema de terror gore têm em comum com a ascensão da extrema-direita e a ameaça dos novos populismos em Portugal e no mundo? Uma possível resposta está em “Crocodile Club”, a nova criação do Teatro Oficina, escrita e dirigida por Mickaël de Oliveira.
Com base em situações inquietantes que vão ocorrendo durante um retiro de fim de semana entre amigos, o espetáculo reflete sobre a manipulação, o medo e os limites da democracia. Além de aprofundar outras questões essenciais da nossa vida em comunidade, como a cultura de massas, o conservadorismo moral, a indústria do espetáculo, o papel da comunicação social e o racismo enquanto arma eleitoral.
Um espetáculo do Teatro Oficina e do Colectivo 84 — em coprodução com o Teatro Aveirense, e o TNSJ Teatro Nacional São João, em parceria de criação e apresentação com a Fábrica ASA (Guimarães), CCVF Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) e TAGV Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra) — “Crocodile Club” dá continuidade ao trabalho em torno do universo do fantástico que o dramaturgo já tinha explorado em Festa de 15 Anos, estreada no Teatro Carlos Alberto / TNSJ (Porto), em 2020.
Mickaël de Oliveira (França, 1984) fundou o Colectivo 84 (2009) com John Romão, estrutura de criação onde desenvolve o seu trabalho artístico. Os últimos espetáculos escritos e encenados por Mickaël de Oliveira são o díptico Episódios da vida selvagem (A minha morte e A nossa vida, 2022-23), Festa de 15 Anos (2020), My Favorite Suicide (2019, EUA), Hantologia (2019), o díptico Sócrates Tem de Morrer (A Morte de Sócrates e A Vida de John Smith, 2017-2018), A Constituição (2016) e Oslo (2014-15).
Mickaël de Oliveira (França, 1984) fundou o Colectivo 84 (2009) com John Romão, estrutura de criação onde desenvolve o seu trabalho artístico. Os últimos espetáculos escritos e encenados por Mickaël de Oliveira são o díptico Episódios da vida selvagem (A minha morte e A nossa vida, 2022-23), Festa de 15 Anos (2020), My Favorite Suicide (2019, EUA), Hantologia (2019), o díptico Sócrates Tem de Morrer (A Morte de Sócrates e A Vida de John Smith, 2017-2018), A Constituição (2016) e Oslo (2014-15).
Colaborou igualmente como autor e dramaturgista com criadores e estruturas como Patrícia Portela, John Romão, Anne Monfort, Rui Horta, Rimini Protokoll, entre outros. Alguns dos seus textos estão reunidos e publicados em Obra Completa Tomos I (2015) e II (2022) pelas edições Húmus, tendo sido convidado a apresentar o seu trabalho de escrita em várias salas nacionais e internacionais.
Conteúdo patrocinado por Universidade de Coimbra.
