Entre janeiro e agosto, foram emitidos 52.448 cheques-livro, uma taxa de utilização que subiu para 85,9% (+ 3,5%)

por Comunidade Cultura e Arte,    1 Setembro, 2026
Entre janeiro e agosto, foram emitidos 52.448 cheques-livro, uma taxa de utilização que subiu para 85,9% (+ 3,5%)
Fotografia via Facebook da Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes
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A 2ª edição do Cheque-livro terminou a 31 de agosto com os melhores resultados desde o lançamento do programa. Entre janeiro e agosto de 2026, foram emitidos 52.448 e utilizados 45.075 vouchers de 30 euros para a aquisição de livros.

Dirigida aos jovens residentes em Portugal nascidos em 2007 e 2008, esta edição abrangeu um universo de 207.086 beneficiários, menos 12.914 do que na edição anterior. A rede aderente passou de 128 livrarias e 306 lojas para 95 livrarias e 299 lojas.

Ainda assim, o programa registou melhorias nos principais indicadores, em comparação com a 1ª edição, que decorreu entre novembro de 2024 e julho de 2025. Na 2ª edição, iniciada a 2 de janeiro deste ano, foram emitidos mais 4.797 vouchers (+10,1%) e utilizados mais 5.805 (+14,8%). A taxa de utilização aumentou de 82,4% para 85,9%.

A Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, faz um balanço positivo. “A adesão crescente ao Cheque-livro é um ótimo sinal sobre o interesse dos jovens pela leitura. Incentivar esse hábito é investir no acesso à cultura e no futuro das novas gerações”.

O Cheque-livro é uma iniciativa do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto implementada pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), em articulação com o Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC) e o Fundo de Fomento Cultural (FFC).

Até 31 de outubro, a DGLAB deverá apresentar à tutela o relatório final desta edição. A continuidade do programa será ponderada após a análise de todos os resultados apurados.

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