Podcast Nuclear. A loucura do tudo ou nada com Gisela João, Nina Simone, Viola Davis e Janelle Monáe

por Comunidade Cultura e Arte,    21 Abril, 2021
Podcast Nuclear. A loucura do tudo ou nada com Gisela João, Nina Simone, Viola Davis e Janelle Monáe
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Afinal, o que distingue Viola Davis no panorama cultural contemporâneo? É uma resposta a que este episódio tenta chegar. Viola Davis tem uma capacidade inigualável de representar a humanidade. Atreve-se a viver, porque viver requer um atrevimento voraz no abraço da complexidade da vida, as suas emoções e a vulnerabilidade. Por habitar todas estas dimensões nos papéis que representa, Viola Davis é uma das actrizes mais interessantes e capazes da actualidade, em foco neste NUCLEAR. 


“Tudo ou Nada”. É um verso cantado por Gisela João em “Louca” (ver vídeo aqui) e a inspiração musical desta edição do podcast. Canções sobre o estoico acto de resistir e viver a vida com as suas intermitências. O espectro emocional abrangido pela sensação de tudo ou nada é enorme, tenta-se traduzir, aqui, nos temas de Etta James, Beyoncé, Janelle Monáe e Florence + The Machine. Ouve-se também “Lilac Wine”, na versão de Nina Simone, que arrasta a inevitabilidade de escutar a mesma música interpretada por Jeff Buckley.

O novo episódio de NUCLEAR já está disponível nas principais plataformas onde podem também subscrever o podcast. Abaixo fica o tema semanal, com Viola Davis em foco. Fiquem connosco!

EM FOCO: VIOLA DAVIS 

“I feel like my entire life has been a protest. (…) It is a part of my voice, just like introducing myself to you and saying, ‘Hello, my name is Viola Davis.’”

Viola Davis, Vanity Fair, 2020.

“How To Get Away With Murder” colocou Viola Davis em horário nobre na televisão norte-americana durante seis anos. É uma série imperfeita mas muito humana. É dela que partimos para reflectir sobre Viola Davis, o foco é a actriz e não a série. A mesma actriz de “Fences”, “Doubt”, “Widow” e “Ma Rainey’s Black Bottom”. A primeira mulher afro-americana a ganhar um Oscar, um Emmy e um Tony. Mas os prémios são detalhes porque a força de Viola Davis está na sua capacidade de representar a humanidade. Destacam-se duas entrevistas, é sempre enriquecedor ler ou ouvir a sua voz: a do 60 Minutes e a da Vanity Fair

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